Argus – ferramenta criada pelo Cpadsi otimiza quebra de sigilo bancário
O Centro de Apoio à Investigação - Cpadsi continua inovando e disponibiliza ao usuários do MPM uma nova ferramenta para a análise de dados em investigações de quebra de sigilo bancário. O Argus, desenvolvido pela Assessoria de Segurança da Informação/ Cpadsi, tornará mais ágil e descomplicado o trabalho de interpretação das quebras de sigilo.
O Argus é uma ferramenta de Business Intelligence que possibilita a interpretação de dados complexos através de gráficos navegáveis. Com isso, as informações de interesse aos peritos ficam mais evidentes, destacam-se no emaranhado de dados, reduzindo em até 80% o tempo gasto na investigação de quebra de sigilo.
De forma simples, o Argus pode fornecer:
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mapeamento de todas as contas dos investigados, apontando respectivos titulares e gerenciadores (bancos);
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fluxos anuais, mensais e diários por investigado ou por conta;
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detalhamento das operações bancárias identificáveis (emissão de cheques, pagamentos e transferências);
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visualização de fluxo e volume de movimentações diretas e indiretas entre investigados, informando em qual conta ocorreu atividade, quando foram realizadas e valores movimentados;
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fluxo e volume financeiro entre contas e entre investigados;
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movimentação de transações ao longo do tempo;
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existência de intermediários;
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visualização gráfica e quantitativa dos principais envolvidos (depositantes e beneficiários) e valores movimentados;
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evolução patrimonial dos investigados.
O Argus é capaz ainda de compilar todas as quebras numa única consulta e realizar o cruzamento destas informações, contextualizando-as. Possibilitando, dessa forma, obter tanto uma visão geral da investigação como acesso a dados específicos, caso necessário.
O Argus foi um dos sistemas selecionados para a I Mostra de Sistemas das Atividades Fim e Meio do Ministério Público Brasileiro, evento ocorrido no dia 24 de agosto último e realizado pelo Conselho Nacional do Ministério Público (CNMP) em parceria com o Conselho Nacional de Procuradores-Gerais do Ministério Público dos Estados e da União (CNPG).
Além do CNMP e do CMPG, o Argus já foi apresentado ao Conselho Deliberativo da Associação Nacional dos Membros do Ministério Público (CONAMP); ao Grupo Nacional de Combate às Organizações Criminosas (GNCOC) e à Procuradoria de Justiça Militar no Recife-PE.
Veja a seguir a lista de Instituições que já demonstraram interesse pela ferramenta:
Ministério Público Federal;
Ministério Público do Estado do Rio Grande do Sul;
Ministério Público do Estado de São Paulo;
Ministério Público do Estado do Espírito Santo;
Ministério Público do Estado de Minas Gerais;
Ministério Público do Estado de Goiás;
Ministério Público do Estado do Amapá;
Advocacia-Geral da União e
Scotland Yard (Soca – Agência Britânica de Combate ao Crime Organizado).
Saiba Mais - O nome Argus é originário da mitologia grega. Argus ou Argos (Άργος) Panoptes – aquele que tudo vê – era um gigante com 100 olhos e um excelente vigia, pois jamais dormia plenamente. Quando 50 de seus olhos se fechavam, os outros 50 permaneciam abertos. E, assim como a criatura mitológica, o sistema criado pelo Cpadsi tem por objetivo a constante vigilância a fim de auxiliar a identificação de irregularidades financeiras em análises de quebra de sigilo bancário.


